Power Rangers: Legacy Wars, desenvolvido pela nWay e lançado em março de 2017, é um jogo de luta em equipa, em tempo real, que junta Power Rangers e vilões de toda a franquia num só roster — e que, surpreendentemente, ainda recebe jogadores anos depois do lançamento.
Jogabilidade: combate 1 contra 1, equipas de 3
Apesar do nome sugerir “guerras” em grande escala, cada combate é na verdade um duelo 1 contra 1 em tempo real contra outro jogador, usando uma equipa de três lutadores. A regra mais importante: não é possível trocar de lutador a meio do combate — quando a barra de vida do líder chega a zero, a partida termina. É possível chamar lutadores de apoio durante a luta através de um feitiço de assistência, mas isso custa recursos, o que obriga a gerir bem quando usar esse trunfo.
Um roster enorme, com crossover inesperado
A cobertura do lançamento falava em mais de 40 personagens de toda a história da franquia Power Rangers; listagens mais recentes apontam para mais de 60 guerreiros desbloqueáveis e evoluíveis. O jogo também teve um crossover com a Street Fighter: Ryu, Chun-Li, Guile e Akuma foram os primeiros a chegar, seguidos por Cammy e pelo clássico vilão M. Bison — todos com movimentos retirados diretamente de Street Fighter V: Arcade Edition, uma adição pouco óbvia para um jogo de Power Rangers.
Progressão: alianças, raids e torneios
A evolução dos lutadores depende de Zeo Shards, a moeda ganha em cada batalha ou missão bem-sucedida. Fora dos duelos 1 contra 1, o jogo tem alianças, raids cooperativos e torneios competitivos para quem quer ir além do modo casual. A história em si é minimalista — Rita Repulsa corrompe a Morphin Grid como pretexto narrativo, sem cutscenes nem diálogos — o foco está mesmo no combate competitivo.
Receção mista, mas base de jogadores fiel
As críticas ao jogo são historicamente divididas — parte da comunidade aponta falta de profundidade nos controlos e desequilíbrio nas recompensas face a jogos de luta mais robustos, enquanto outra parte valoriza precisamente a simplicidade e a oportunidade de coleccionar praticamente todos os Power Rangers da história da franquia num só lugar. Vale notar também que alguns jogadores relataram ser expulsos de eventos competitivos a meio, perdendo acesso às recompensas merecidas — algo a ter em conta antes de investir tempo nos modos de torneio.
Vale a pena instalar?
Para quem gosta de jogos de luta rápidos, baseados em toques e combos simples, e é fã da franquia Power Rangers (ou só quer ver Ryu a lutar contra um Power Ranger, o que por si só já é uma curiosidade), vale a pena experimentar — é gratuito e as partidas são curtas, boas para sessões rápidas.
Perguntas frequentes
Power Rangers: Legacy Wars é gratuito?
Sim, é free-to-play, com compras opcionais dentro do jogo.
Posso trocar de lutador a meio do combate?
Não — a equipa de três é escolhida antes da partida, e perde quem tiver a barra de vida do líder a zero.
O jogo tem história?
Tem um pretexto narrativo simples (Rita Repulsa a corromper a Morphin Grid), mas sem cutscenes ou diálogos — o foco é inteiramente no combate competitivo.
Atualizado em outubro de 2026.
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